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A importância do diagnóstico precoce no autismo

Quanto antes o diagnóstico aparecer, melhor para o desenvolvimento das crianças.


O autismo é um transtorno que apresenta seus sinais durante a primeira infância (período de 0 a 6 anos), no entanto muitos desses sinais já são percebidos antes dos 3 anos. O desenvolvimento sociocomunicativo da criança tem início nos primeiros seis meses de vida, aonde o bebê apresenta atenção compartilhada e interage com a mãe. No segundo semestre de vida do bebê tem início o interesse sobre o mundo social, ele começa a perceber o ambiente.

A Academia Americana de Pediatria ( American Academy of Pediatric ) orienta o rastreamento de autismo entre 18 e 24 meses de vida, com instrumentos específicos para que se tenha diagnóstico e intervenção precoce, levando em consideração a plasticidade cerebral que é mais intensa durante a primeira infância.

Isso significa que o cérebro possui uma capacidade maior de mudar suas estruturas de acordo com os estímulos ambientais que a criança recebe. Os neurônios (células do cérebro) criam várias conexões durante o aprendizado, isso é mais intenso durante esse período da vida, ao longo do desenvolvimento o processo continua, mas há uma diminuição importante.

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O que isso significa para o autismo?

Voltamos ao Manual Diagnóstico e Estatístico de Saúde Mental (DSM-V 2014) na definição do Transtorno do Espectro Autista: transtorno que afeta a comunicação e interação social, comportamento restrito e repetitivo. O TEA é uma alteração no funcionamento cerebral, afetando diretamente a vida em família, na sociedade e pessoal. Se o cérebro possui uma capacidade maior de criar novas conexões durante a primeira infância, é importante que as intervenções tenham inicio durante essa fase do desenvolvimento para se obter resultados significativos.

Lembrando que, uma intervenção adequada vai trazer resultados em qualquer momento da vida, pois não perdemos a capacidade de aprendizado ao crescer, porém o tempo de intervenção e os resultados serão diferentes se comparados a uma intervenção precoce.

Cleide Oliveira
Enfermeira e Pesquisadora do TEA.

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