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Mães atípicas

A união faz a força!

Certa vez estava sentada amamentando o Bernardo após uma crise, meu peito ardia, minha cabeça estava confusa com tantas informações e, ali, um sentimento tomou meu coração. Quantas mães estão, neste exato momento, sentindo o mesmo que eu? Quantas famílias destruídas por falta de apoio de todos os tipos, espiritual, familiar, dos seus lideres.

Para muitos pode ser até cansativo ouvir pais atípicos reclamando de estarem cansados, de não dormir, de querer sumir às vezes.

Sim eu disse sumir, pois tem algumas crises que te deixam tão machucada que a maior vontade sim é sumir e não ter que passar novamente por um momento tão doloroso. Mas temos um Deus que tudo vê e nos ama, nos capacita e nos da sabedoria para continuar.

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Foi quando eu pensei “vou começar ir atrás dessas mulheres e, para minha surpresa, sim, todas estava passando pelo mesmo sentimento, pela mesma dor do diagnóstico, a dor de não conhecer esse novo mundo, a falta de informações nas suas procuras incansáveis por terapias, pois, hoje tudo esta tão caro, tudo é burocrático demais.

Acho que nós, mães atípicas, só queremos um mundo melhor para nossos filhos.

Queremos ter acesso a tantas coisas boas que o mercado oferece, porém, está tão longe das nossas condições financeiras. Escolas capazes de acolher e fazer a tal da inclusão que só existe hoje para falar bonito, pois inclusão mesmo ainda não encontrei nas escolas que venho pesquisando.

Mães atípicas poderiam ter mais facilidade em ter uma ajuda do governo para não ter que sacrificar os filhos. Muitas mães solos não tem renda e precisam trabalhar e deixar seu filho com tantas necessidades aos cuidados de pessoas que talvez nem tenha experiência para isso.

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Tanta coisa boa a ser feita para que, nós, mães atípicas, tenhamos a oportunidade de voltar a nossa rotina, mas, infelizmente, não é o que vejo. Cada dia tudo fica mais difícil e mais inacessível a nos.

Um ponto que me chama bastante atenção é o fato de a maioria imaginar que sofremos muito, reclamos muito, mas quase não vejo a vontade dessas pessoas em ajudar uma mãe em depressão, uma mãe cansada que só queria tomar um banho, lavar o cabelo, ver um filme, ler um livro, comer sentada, ir ao banheiro sem ser incomodada, trabalhar no que ama…

Deve chegar em quase 100% as mães que abrem mão da sua vida profissional para dar a essas crianças a oportunidade de crescer sendo acolhidas. E, na sociedade desigual em que vivemos, somos nós mulheres que, na maioria das vezes, deixamos tudo que planejamos para viver um mundo novo.

Mas vamos falar de recompensa!

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Como somos guerreiras, sábias, abençoadas em ter uma anjo para cuidar. Como somos privilegiadas em ter uma criança que nos tem como sua fonte de inspiração, como é lindo poder ver as conquistas deles, a evolução diária, acordar e receber um beijo ou um abraço sem mesmo esperar, saber que somos responsáveis por cada vitória que venha
acontecer na vida dessas crianças – e não vamos deixar de agradecer os papais que abrem mão de tudo isso para trazer o sustento, a possibilidade de um bom convênio, sim eles saem cedo para trabalhar e trazer a possibilidade de uma renda para dar uma vida digna aos nossos filhos (e aqueles que não tem essa postura seria bom começar a pensar nessa possibilidade de ajudar sua família).

Para terminar nunca vou deixar de falar, mulheres nunca percam sua identidade, sua essência, nunca deixe de sorrir!

Vamos usar nossa voz, somos muitas e juntas podemos sim levantar essa bandeira sem medo!

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Mãe atípica e fundadora do Projeto Dino.

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