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O hospital

Como é a experiência dos seus filhos com o atendimento médico?

A experiência em médicos sempre foi muito traumatizante aqui em casa. 

Ou os médicos não fazem ideia do que é autismo ou tratam como se fosse algo sem o menor sentido. A maior parte dos profissionais sequer parece interessada em entender ou ouvir a pessoa que mais sabe como as coisas funcionam no mundo real: no caso a mãe. 

Escutei muitas barbaridades de pessoas que, teoricamente, estudaram para atender diversos tipos de pessoas que surgem em seus consultórios.  

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Enfim, meu filho odeia aquelas pequenas salas graças à falta de competência de muitos desses.  

Logo, quando as coisas ficam complicadas com a saúde do pequeno, eu tremo inteira só de pensar no stress de ter que levá-lo ao hospital. 

Mas, com o tempo seco e as mudanças constantes de temperatura, seria muito difícil passar por essa fase totalmente ilesos. Pois bem, além da gripe alérgica que atinge meu filho quase sempre, tivemos um agravante acompanhado de tosse seca e febre.  

Mesmo com todo receio do mundo, precisei levá-lo ao hospital. 

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Como ainda estamos sem plano de saúde graças aos cretinos engomados que só se preocupam com o próprio umbigo (uma hora vou ser liberada para falar desse assunto) e a grana anda curta para procurar atendimento particular, o jeito foi correr para o sistema público (obrigada por existir SUS). 

Fomos ao AMA Sorocabana e, de verdade, eu deveria ter anotado o nome dos profissionais que nos atenderam para fazer um elogio depois.  

Ele estava com medo, bastante!  No entanto, o que poderia ter acabado em gritos, uma crise assustadora e uma noite completamente desregulada, gerou apenas algumas lágrimas preocupadas e resistência para realizar alguns exames (o que eu considerei bem dentro do normal). 

TODOS, repito, TODOS os profissionais entenderam que ele se tratava de um autista e tentaram tratá-lo da maneira mais calma possível. Tiveram paciência e cuidaram do meu filho com bastante amor.  

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Eu saí de lá encantada e bastante emocionada também! 

São tão raras as vezes que somos bem tratados nos lugares que, quando acontece, dá vontade de guardar aquelas pessoas em potinhos para conseguir encontrar com elas sempre.  

Mesmo na correria de um pronto-socorro infantil, aqueles médicos tiveram a gentileza de atender meu filho com todo o respeito que ele merecia.  

Tenho certeza de que o trauma de ambos (mãe e filho) se tornou um pouco menor depois disso.  

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Mas, ainda assim, ficarei de olhos em todos os profissionais que possam vir a atendê-lo, pois sabemos que os realmente prontos para eles ainda são a minoria.  

Escrito por

Mãe atípica e editora chefe do blog.

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