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Voltando para a escola

Voltando para a escola? Indo pela primeira vez? Qual a sua situação por aí?

Sim, em breve meu filho vai para a escolinha.  

Eu confesso que aqui dentro existe uma mistura de medo e empolgação. 

Fui uma criança que amava a escola, amava aprender, amava os professores (os coleguinhas da minha idade eu já preferia escolher a dedo, pois achava a maioria muito boba hehehe) e eu fico empolgada com a ideia de que o Luigi pode ter essa mesma experiência que eu tive. 

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Mas o medo não deixa de estar presente.  

Já tentamos uma vez matriculá-lo antes do diagnóstico e foi terrível. Ele sofreu muito (nós também) e acabamos desistindo na época.  

Hoje estamos mais bem preparados, mas, mesmo assim, fica aquela incerteza no coração. 

Eu sei que todos os pais, de um modo geral, devem passar por essa agonia de saber se o filho vai conseguir se virar, se vai fazer amigos, se vai gostar da escola… Agora, imagina quando o seu filho é atípico e tem várias questões sociais e comportamentais que dificultam seu dia a dia! A nossa cabeça vira um caos! 

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O Lulu é uma criança maravilhosa. Ama brincar e descobrir coisas novas e eu sei que ele tem uma tendência a se dar muito bem aprendendo, mas não posso fechar os olhos para momentos de euforia ou de frustração em que ele começa a girar em torno de si mesmo, grita palavras que não fazem sentido ou em que resolve bater a cabeça na parede. Esses momentos vão acontecer na escola também, e perto de outras crianças. 

Sabemos também que, infelizmente, existem diversas famílias irresponsáveis que não criam seus filhos para saber conviver com o diferente (e daí nasce o bullying), o que torna mais complicada a compreensão dos pequenos em relação aos amiguinhos. 

Não tem muito que eu possa fazer, afinal. Espero que meu filho não encontre pessoas assim em seu caminho, mas, se encontrar, todos os dias eu faço questão de lembrá-lo do quanto é especial e que não é a opinião de ninguém que vai mudar isso. 

Eu sempre o lembro de que as pessoas que criticam os outros costumam ser as mais tristes, as que mais necessitam de amor, pois a vida delas foi baseada na ausência desse sentimento tão importante. Afinal, quem foi criado com amor, não acha tempo dentro de si para procurar defeitos nos outros. Essas pessoas sabem conviver bem com todos. 

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E aí, gente? Como estão os preparativos para a volta às aulas? 

Medos? Incertezas? 

Conte pra gente! 

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Escrito por

Mãe atípica e editora chefe do blog.

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